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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

"WhatsApp azul" e versões para desktop: golpes ou realidade?

Por Felipe Demartini RSS | 26.02.2014 às 14h20
WhatsApp

A compra do WhatsApp continua dando o que falar, mesmo uma semana após seu anúncio oficial. E não, toda essa atenção nem sempre tem a ver com o valor exorbitante, de US$ 16 bilhões, pago pelo Facebook, com as quedas sofridas em seu primeiro final de semana após a aquisição ou com a possibilidade do serviço ser integrado à rede social de alguma maneira. Pelo contrário, a notícia já vem sendo utilizada para espalhar informações falsas ou disseminar malwares.
A Trend Micro, por exemplo, emitiu alerta nesta quarta-feira (26) sobre um email falso que já está circulando por aí e promete o lançamento de uma versão para o WhatsApp para computadores. De acordo com a mensagem, a mudança seria um dos primeiros projetos sob a gestão do Facebook e já estaria até mesmo em fase de testes.
A notícia, animadora para muitos, vem acompanhada de um link para download desse Beta. Só que, em vez do aplicativo de mensagem, o usuário está baixando um malware dedicado ao roubo de informações bancárias e capaz de acessar as senhas salvas no navegador e enviá-las para um servidor remoto. De acordo com a firma de segurança, o golpe parece ser destinado diretamente aos brasileiros, já que apresenta informações e telas de confirmação em português.
Segundo a Trend Micro, o nível de sucesso desse golpe ainda é baixo, mas tem aumentado de maneira preocupante. A empresa informa que cerca de 3% dos usuários que receberam a mensagem acabaram realizando o download do aplicativo, que também envia mais emails para a lista de contatos do infectado e pode resultar em uma disseminação maior da praga.
Malware Whatsapp 
Captura do email que vem sendo enviado pelos criminosos
As orientações para evitar esse tipo de coisa são sempre as mesmas: não clicar em links enviados por email a não ser que tenha certeza absoluta de que aquele download é legítimo. Além disso, é importante manter antivírus e firewalls sempre ativados e atualizados, de forma a garantir uma camada extra de proteção.
É importante lembrar que, pelo menos até o momento, não existe nenhuma confirmação sobre a existência de uma versão do WhatsApp para desktops. Pode até ser que ela exista um dia, levando em conta a concorrência de apps como o Viber ou o Telegram, mas até então, a única palavra do Facebook sobre sua mais nova aquisição é que tudo continua como está e nada será modificado no futuro próximo.
Isso vale também para mensagens que circulam principalmente pela rede social, afirmando que o mensageiro será integrado ao Facebook Messenger ou, ainda, ganhará opções automatizadas para compartilhamento de imagens na linha do tempo da rede social. Nada foi falado sobre nenhuma destas questões e a segunda, principalmente, constitui uma quebra gritante da privacidade de seus usuários.

A “evolução” do WhatsApp?

Quem usava o saudoso MSN em meados dos anos 2000 deve se lembrar do Plus, um aplicativo que permitia diversas alterações no funcionamento do messenger, como emoticons diferentes, maior personalização de cores e modificações que tornavam o aplicativo mais prático e divertido de se usar. Ao que parece, esse saudosismo motivou a criação de uma versão semelhante, só que agora no mundo mobile.
Chamado de WhatsApp+, o aplicativo não disponível na loja online Google Play vem sendo chamado pelos usuários também de “WhatsApp azul”. Devido à cor, claro, sua existência também vem sendo atribuída à negociação com o Facebook, uma informação que não é correta. Não existe nenhum tipo de relação entre a rede social e o aplicativo.
O WhatsApp+ é obra do desenvolvedor Osama Ghareeb, que é especialista em modificar ou crackear aplicativos oficiais para o Android. É justamente por esse motivo que muitas de suas obras não estão disponíveis na Google Play Store, já que essa prática não é permitida segundo as normas de uso da empresa. Segundo o contador disponível no site oficial, a versão azul do mensageiro já teve mais de quatro milhões de downloads.
Além do WhatsApp+, Ghareeb também é responsável pelo lançamento de uma versão modificada do aplicativo oficial do YouTube. Além da tão pedida possibilidade de reproduzir vídeos em segundo plano, como se fosse um player de música, o app permite o download dos clipes diretamente para a memória do aparelho, além de conversões para formatos como MP4 e MP3.
WhatsApp
Ghareeb não respondeu aos pedidos de entrevista enviados pelo Canaltech, mas em seu perfil no Twitter, afirma que sua versão do WhatsApp é legítima e não traz nenhum risco para quem a utiliza. Trata-se meramente de uma modificação, que adiciona novas funções e vem “crackeada”, ou seja, não exige o pagamento que é de praxe após o primeiro ano de utilização do aplicativo.
São diversas as mudanças trazidas pelo WhatsApp+, como a possibilidade de modificar cores do próprio nome, dos balões de conversa e da interface do aplicativo, desativar a compressão de imagens enviadas e aumentar o tamanho máximo de upload de arquivos para até 50 MB. Além disso, o app permite o envio de dados anteriormente não permitidos, como músicas.
Ainda, opções de privacidade avançadas permitem que o usuário desative a notificação que indica sua presença online naquele momento e a desativação em massa de notificações. Dá para, por exemplo, silenciar todas as mensagens de grupo momentaneamente ou fazer o mesmo com os contatos individuais, de forma que as mensagens sejam recebidas sem que o celular dê nenhuma indicação de que isso aconteceu.
Para realizar a instalação, é preciso baixar o WhatsApp+ a partir do site oficial e carregá-lo no celular a partir de um cartão SD. Para executar, também é preciso acessar o menu de configurações do Android e permitir que apps de fontes não oficiais sejam rodados no aparelho. Também é preciso desinstalar a versão oficial do mensageiro antes de realizar o processo.
As fontes disponíveis sobre o assunto na internet são poucas e, em sua maioria, blogs que disponibilizam o download da aplicação. Não existem informações sobre o WhatsApp+ representando um risco à segurança de seus usuários, mas na mesma medida, também não existem relatos de problemas relacionados a ele. O processo, como indica o próprio Google, deve ser feito pela conta e risco dos próprios usuários e não é recomendado.


Créditos: CanalTech

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Galaxy Ace GT-S5830 Geral

ARQUIVOS NECESSÁRIOS
ROM 4.2.1
http://adf.ly/dfy4L
CyanogenMod

http://adf.ly/dfyEF


TUTORIAL
Atenção! Siga os passos rigorosamente, Fiz e garanto que funciona.


1º PASSO - Baixe os dois arquivos e sem descompactar, coloque no cartão de memória do seu aparelho.

Após isso, desligue seu celular e ligue em modo recovery (Botão power + botao Home juntos)
Após aparecer a tela com os comandos siga os comandos nesta ordem: (botão volume = escolhe as opções, botão home = seleciona e botão power volta)

  1.  na opção "wipe data/factory reset" selecione e em seguida na opçõe "yes"
  2. próximo passo: vá até a opção "wipe cache partition" selecione e em seguida "yes"
  3. Após estes procedimentos vá em "install zip from sd card" selecione "CWM-ACE" e depois Yes, aguarde o processo finalizar e voltar para a tela anterior.
  4. Vá novamente em "install zip from sd card" e selecione o arquivo "cm-10.1-RC0-cooper" em seguida "Yes".
Pronto, aguarde o fim do processo e com o botão power, volte para a primeira tela onde a primeira opção é "reboot system now" e aproveito sua nova rom...


Não me responsabilizo por nenhum dano causado ao aparelho, apenas digo que fiz pra testar e funcionou perfeitamente.

Introdução a Informática!